sexta-feira, 6 de abril de 2018

Atualmente estou escrevendo sobre o tema : Educação Política


Na paz, companheiro...
Já viste os ipês,
como grácil floreiam?

Companheiro,
teus ares escarnecedores...
Desejo-lhe mais ócio,
e mais amores...

A justiça que você amaldiçoa,
é boa,
companheiro,
como o sol que dissipa o nevoeiro...

Teu estadista é tirano,
e você o elege...
Mas a espada de Têmis o protege

Olhai os lírios do campo,
mas olhai a história,
dum modo mais franco...

Olhai as açucenas,
seu refrigério branco...

Destilas veneno ao que martela
a pena, 
mas pena temos de nos dar,
companheiro,
o político tem caviar...

E nós, de salário parcelado,
sem alimentação-vale,
nem tão suave na nave...

Compaixão sim, 
companheiro...
Com paixão a família, ao amigo,
ao brasileiro...

Tua pátria é verde e amarela,
qual bandeira reluz mais que
a bela?

E a Venezuela,
se fosse essa cabidela, ou aquarela,
quem não fixaria
essa flor na lapela?

Talvez o equilíbrio venha,
repito, 
ah, rosa-branca-açucena...

Que floreia em toda estação,
oferecendo-nos um bálsamo:
olfato, visão...


quinta-feira, 5 de abril de 2018

Companheiro, 
tua boa companhia
em má companhia...
Pacificador em meio
a guerrilheiro...

Companheiro, 
de boa família,
em meio a cangaçaria...
Privilegiada mente
em de-mente meio...

Teu cerne ingênuo,
ó companheiro,
como aleluia sem luz,
rumo ao candeeiro...

Pudesses retomar o 
trilho, companheiro...
Na aurora do viço,
tua aura altaneira...

Campaneiro,
mutante cavalheiro...
A  maruja da nave fugira,
sem marinheiro...

Mas ainda é tempo,
companheiro...
Tua biografia robusta,
se achares 'inda justa

a Balança augusta  
que me gusta...
A justiça é cega,
e aos teus frutos,

uma pátria limpa, 
entrega...
Mátria de gente benigna,
do conduzir-se excelso...

Gérmen reverdecido, 
companheiro,
que do governo desonesto,
desinfesto!


quarta-feira, 4 de abril de 2018

Torcendo pelo Habeas,
eita companheiro...
Pra livrar a cara
do cana-de-cheiro,

abrindo a porteira,
pra todo bate-carteira...

E se você, uma vítima,
esperando justiça?
Esperando, esperando,
esperando justiça...

E o culpado, e advogado,
recorrendo às instâncias?
Recorrendo, recorrendo,
eternas instâncias...

E se pendesse ao mais forte,
a justa balança?
E os recursos infinitos,
prescrevendo os crimes?

E se você desvivesse,
e foi por ente querido?
E o criminoso ileso
ostentasse um sorriso?

E se o mal vencesse,
e o bem humilhado?
E se o próximo longe,
ao amor, insensível?

E se o reverso
da vida, em ti como seta?
O ardume na pele,
enfim, sentimentos?

terça-feira, 3 de abril de 2018

Dallagnol, um  Dargtanan...
Moro, não mouro, cristão...
Se oram eles, a contrição do mundo,
não os censure, ó Sujismundo!


Que testudo, o "companheiro",
que o Estado grande, e ele, nadica...
Da Thacher perdeu, a Aula...
Mas dá googada, fica a dica...

O "companheiro" é do estado,
'té seu filho é estatal...
Perdeu mais aula, (Adam Smith),
voltasse ao ginasial...


segunda-feira, 2 de abril de 2018

Lá vem o "companheiro" ludibriado...
Marcando passeata na internet...
Empacando no indulto do Condenado
co'o proletário que vem de ferrarete...

Chegara cedinho, animado...
Trouxera marmita e colchonete...
Enquanto o chefe do quadrilhado
hospedado em algum Hiltonnet...

Vem ele, bandeira e bandana,
mas eu não vi a cor do Brasil...
Algum símbolo, talvez de Havana
mas o charuto quem bafou, o Vil...

Eis que chega a hora marcada,
apareceu um vendedor de doce...
Algum caminhante, pombaiada,
mas não o embromado tosco...

Desenhando o desfile-fiasco
que defende do Brasil quem roubou,
o companheiro sozinho no Masp...
No twitter marcou com robô!

domingo, 1 de abril de 2018

Reza o "cum panis" a igualité,
auréola de papa sob o guri...
Mas homo homini lupus...
Lobo sob lobo, per si...

Comunismo que nunca fluiu,
comunismo de fachada!
A consumista China já fruiu:
China in box, x-salada


Um governo que seja a tua mãe,
e lhe dê de mamar...

Um governo que seja o teu pai
sogra cachorro gato papagaio...

Um governo que determine 
o que vai ser quando crescer, 
e se vai crescer...

Aliás, um governo
que lhe impede de crescer...

Que determine também:
o que vai se comer beber
digerir gaseificar...

Um governo que te governe
que te domine
que vigie teus sonhos noturnos
diurnos, vespertinos...

Um governo
que por ti decide,

um gerente 
que dirige a tua vida...

Do berço até o túmulo!

Um governo
que rasgue o teu voto,
meu Deus, um governo
que rasgue o teu voto!

Um governo
que seja tua ciência
tua religião tua filosofia
tua liberdade tua arte
tua vida tua morte
-até tua quarta geração

Um governo que decrete
quem é, e não é governo,

um governo que designa
que tu és um verme...

Um governo,

este governo
para ti, "companheiro,"

apenas para ti.
Viva, viva la revolucion!
Convenceu-me o "companheiro"...
Armar-me-ei, se preciso...
Num abril, dia primeiro...

sábado, 31 de março de 2018

O heroi do "companheiro",
Marx, o Karl...
Sustentado por Engels,
em pleno capital...

Desarrimo de família,
Karl, o Marx,
ideara no comunal
um encosto...

pro seu decúbito dorsal.



O "companheiro" lá vem,
inflamando a revolução!
Sonegando sua maleta,
fazendola, e provisão...

Na hora H,
deserta o pelotão...
Freud aqui estivesse
não explicaria:
quem leva um peteleco
'inda sente aprazia...

Ou quem leva um pichuleco
e 'inda ganha honraria...
Uma Veneza, ou Santa Teresa...
É o antagônico "companheiro", 
que Venezuela, bem longe dela...
A cabeça em Cuba,

voando pra Aruba...
Antônimo "companheiro",
que Coréia não do Norte...
Prefere resort.



Se asilasse, cada socialeco,
uns dez veneco...
Realidade de fato, 
papo reto!

sexta-feira, 30 de março de 2018

Os colégios reluzentes,
mais meninos contentes...
Lava alma a lava-jato,
teremos reforma de fato!

Desenho pro "companheiro":
no seu sorrio de Janeiro,
as escolas reluzentes,
as crianças contentes...

A grana recuperada,
da Suíça importada
(a grana roubada,
a grana propinada!)

Voltará ao seu Brasil
-o céu ainda anil
pra reformar carteiras,
pra pagar merendeiras...

Laboratórios de ciências, 
reformular consciências...
Telhado sem goteira,
novinha a cafeteira...

Água limpa mata a sede,
tinta fresca na parede...
Material didático de ponta,
foi mais de um bi na conta!

A grana volta pra casa,
e a educação dá asa...
Eu vi menino mais atento...
Agora há experimento.


Qual seu tutor, "companheiro",
quem lhe lavou cerebral?
Pois não vi de porco espírito
na sua educação formal...
Analfabeto político,
o bem letrado acrítico...
Como se muito músculo,
mas força, molusco...

Um mouro minúsculo,
desdenhando o Maiúsculo...
Um dia te retratarás, 
e lhe darás um ósculo...

E lhe darei óculos.



"Companheirim", que do 
nobre magistrado zomba...
Alcunha-lhe Juizeco,
mas não chega a sua sombra...
O "cavaleiro" não captaria:
que a marcha maquinal
dum Marx ora carecia...
Até que o capital,

raio de baio, galoparia
(e lhe proveria)
Laissez faire é o novo câmbio,
adeus mais-valia!
Feio, feio, feio!
Que facebook mais feio!
O meliante ufanado
no perfil do "companheiro"!

quinta-feira, 29 de março de 2018

Ele família, ele cristão,
o progredir da nação...
Ele reaça, mas não consente...
Sabe de nada, inocente!

É artista, é intelectual,
a instar a larica social...
Não se assume burguesia:
fantasia falacial



quarta-feira, 28 de março de 2018

Trabalha a formiga, canta a cigarra...
A obreira co'a folgada, divide seu grão...
O motor da lavra é da fanfarra...
Se tu fosses formiga, e então?
Detém-se foice e martelo...
Daí se mete o pé na jaca,
e a mão, no marmelo...
Menos eu: pé de chinelo

De feminista a feminina,
eis que tu giganteu...
Endireitai teu prolóquio,
ó Zébedeu!

terça-feira, 27 de março de 2018

Se tudo não deu certo,
és tão ingênuo menino...
Utopias, utopias...
Bem teu feitio!


Venecos sonham brazucas,
gasosa gororoba não é...
De ai fone ele na mão,
o "companheiro" do socialé...
Tem um Che na parede
mas num divide uma rede...

Apoia os ventos sociais
imerso em banhos de sais...

Sofre de esquerdopatia,
ele me angustia

Ora brio dum Dante...
Hora mili-tonto-tante



Onda vermelha é de alga,
maré vermelha, de hibisco...
Rubro rubor fosse apenas,
estrela-cometa, e arisco...



domingo, 25 de fevereiro de 2018

Atualmente estou escrevendo sobre: O tempo atual...


Googada

Procuro na internet 
epitáfio
Epicuro
Tem dia que de noite fica escuro

Procuro na internet
uma rima
uma Roma
uma anti-bomba de Hiroshima

Procuro na internet
um amigo
meigo
com ou sem virtiligo

Procuro na net
uma barriga de aluguel
que não seja os olhos da cara...

E uma cura
E um queijo cura
E a cura do vício
em queijo cura

Procuro esses diabos:
"dando uma de Miguel"

Procuro e não me pare,
que eu faço um escarcéu!

Procuro na internet
a imprevisão do tempo:
Tijuana

E"O tempo"de Mário, 
Andrade ou Quintana?

Procurando o nemo, a dory
o mundo virtual
o mundo jurássico
o mundo jeans

Procuro na internet
A vida dos índios
que não tem internet


Acho que não

O universo em expansão
A internet em expansão
A mente humana em expansão?
Eis a questão


A internet é um labirinto

Entre a conexão e a solidão

Entre o fake e o fato

Convergente e divergente

Global e local

Entre, mas não vá

Entre, mas consuma

Entre, mas de cabeça

Entre os sites infinitos,

labirintos


sábado, 24 de fevereiro de 2018

Tique

Que não toque 
o meu telefone
Que ele não toque,
não me toque

Tô no silencioso,
eu tô no vibra...
Sem vibração
fibra de vidro

A sociedade 
fluída, líquida...
Já não me toca
a faca na porca

-ou orca

Que não me toque
o celulífero
Não me enfoque
-ou enquadre

Onda de choque,
eletrotoque...
Opto Tóquio
à prova de toque...

Que não me toque
o celuloso
Só chamada urgente,
não quero gente!

Manter distância,
dum toque,
o celulado...
Foi assim matutado

-dum tique.


Sem trampo

Virtual escola,
sem acalanto...
Rodou meren-
deira, sem trampo

Meu celular traz
banca, a de jornal
Rodou mais um, 
ó meu jogral!

Telefonista robótica,
da voz tão fria...
Rodou secretária,
mãe de família

Aplicativo de Banco,
é bancário no banco,
mas de reserva... 
A coisa me enerva:

mais um sem trampo,
o da fotografia...
Minha caneta faz foto,
covardia...

E roda o carro
sem motorista
Minha gente o homem
é mesmo um artista!

Nos Smarts zumbis,
fomos humanos...
Rodamos com o mundo,
sem planos

Zumbis humanos
nos whatzaps
Sem olhos nos olhos,
só Apps



quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

A seguir, poeminhas sobre: Educação a Distância


Virtual versus Presencial

Base de Dados
Hoje a merenda é sopa
Chat
Minha amiga Soraia
URL
Será que tirei dez?
Fórum
É pra saltar linha?
Link
Sai que cê tá fedido!
Laboratório de Avaliação
Fessora, posso fazer xixi?
Arquivo
Oba, hoje tem vôlei!
Gerenciador de Tarefas
Me empresta sua régua?
Pesquisa de Avaliação
Ei, gente, silêncio!
Ferramentas
Que para-casa difícil!
Plataforma
Monteiro Lobato eu li


Ambiente Virtual de Aprendizado
Escola Estadual Risalva Freitas do Amaral

A distância

ATutor
Edu Tools
Claroline
Tel Educ
WebCT
Proinfo
Moodle
Aula Net

Os gritos suados das crianças no recreio
cadê meu Deus?

Robô ladrão

O robô me roubou
emprego/desemprego

Robotizados bancos
Brincs
Bombaim
Beiging
beijinhos

O sistema integrado
me desintegrou

Eu fui ao Café,
me serviu uma máquina

Eu fui a Escola, 
mas mudou/Moodle

Eu fui ao futuro,
me senti *udido

Eu fui ao Japão,
mas o Japão pode

Fui ao Jalapão,
mas o Brasil *ode

Roubou-me o robô
emprego/desemprego

Ora, grafia em linhas...
'gora, letras on line.

A derradeira

A PRIMEIRA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL ME DEIXOU PASSADO

A SEGUNDA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL ME DEIXOU PASSADO


A TERCEIRA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL ME DEIXOU PASSADO


A QUARTA REVOLUÇÃO   INDUSTRIAL  ME DEIXOU


                                                                                         PASSADO

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Atualmente estou escrevendo poemas sobre o seguinte tema: AUGUSTO RUSCHI


Augusto Ruschi na minha constelação

IRMÃ DULCE
CHICO MENDES
DALAI LAMA
MARIA QUITÉRIA
NELSON MANDELA 
CARUSO
ZILDA ARNS
BENJAMIM FRANKLIN
ALBERT EINSTEIN
LEILA DINIZ 
CHICO XAVIER
MARIA DE NAZARÉ
TIRADENTES
INGRID BERGMAN
ELVIS PRESLEY
MARIA LENK
PAULO FREIRE 
ANNA PAVLOVA
CAMÕES
SANTOS DUMONT
JOANA D'ARC
TANCREDO NEVES
ZUZU ANGEL 
AUGUSTO RUSCHI
NHÁ CHICA
MARECHAL RONDON 
ANNE FRANK
JOÃO DO PULO
PRINCESA ISABEL
SÓCRATES
CHIQUINHA GONZAGA
JOSÉ DE ANCHIETA
MAHATMA GANDHI 
CORAZÓN AQUINO
JOSÉ DE PAIVA NETTO
DANDARA
RUY BARBOSA
MARIA CAROLINA DE JESUS
MARTIN LUTHER KING
MARIE CURIE
NÍSIA FLORESTA
LINUS PAULING
DALVA DE OLIVEIRA
MOZART
FRIDA KAHLO
GOETHE
MARÍLIA PERA
CONFÚCIO
SIGMUND FREUD
MARIA QUITÉRIA
CHARLES DARWIN
TARSILA DO AMARAL
PABLO PICASSO
EVA PERÓN 
PAPA JOÃO XXIII
CORA CORALINA
DESMOND TUTU
BEETHOVEN
GOLDA MEIR
JOHN LENNON
BERTHA LUTZ
MADRE TERESA DE CALCUTÁ
BARÃO DO RIO BRANCO
ANITA GARIBALDI
DOM HÉLDER CÂMARA
SIMONE DE BEAUVOIR
MIKHAIL GORBATCHEV
DOROTHY STANG
FRANCISCO DE ASSIS

E MEU MESTRE JESUS

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

O porquê de poemar o Ruschi

Um homem torna-se poema
quando ele é poesia em pessoa
                                   (Pessoa)

Torna-se poema um homem
quando livre na mata:
                                  pavoa

Um homem torna-se poema
se ao ambiente se afeiçoa:

pois boa

Rima-se fina garoa
sob livre leoa...

Rima-se e não enjoa,
a não acepção de pessoa...

Rima-se voa azulão,
no azoto azul revoa...

Que já é teu este rincão,
e da rubra perdiz e papoula...

domingo, 26 de fevereiro de 2017

A mão de Ruschi

Mão que abre a mão

Mão de irmão

Mão e coração

que bulbos lança
ao chão:

lírio-sangu-salmão

Mão que lança mão:
veneno de plantação
cobiça de homem
                (um dragão)

Justa mão, condenação:
urtiga jaz, e é de mamão...

Não troca o pé pela mão
Não abre mão não
-d'Amazônia, noss
insônia e pulmão

Mão...
que não larga de mão:

a defesa dos seres
despercebidos à visão

Mão de faca
(mas é faca
pro queijo na mão)

mão/mãe boa
Pai proteção

sábado, 25 de fevereiro de 2017

E se o Ruschi voltasse numa máquina do tempo?

Da máquina do tempo,
além seu tempo...

Inventei a geringonça
(salvasse a onça)

Equipamento, que do
passado ressuscita...

Eco da ecologia,
de Kriptonita...

Viria o Ruschi,
no imaginário...

Clara luz,
pra obscuro cenário...

La nina, El nino,
incompreensíveis,

desenhados seriam,
formas legíveis...

Problema de lixo,
consumo em excesso,

o desfecho do Excelso,
desprolixo...

A terra do índio,
ao ameríndio:

com menção de repúdio
-etnocídio

E do tempo a máquina,
vindo alento...

O curso da arca
mudasse o vento

No Niágara a barca
não mais despenca

A mão de tal alma
de calma, sedenta...